08:00 09:50 |
Conferência III
Isabel Parolin(PR)
Aprendizagem no Mundo Delivery.
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Curso I
Paulo Liberalesco (PR)
Diagnóstico diferencial da deficiência mental na infância.
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Curso II
Fábio Barbirato (RJ)
Os Transtornos Neuropsiquiátricos e a Aprendizagem.
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10:30 12:00 |
Conferência IV
Geraldo Peçanha (PR)
E quando os filhos não podem ser aquilo que os pais sonharam?
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14:00
15:50 |
Conferência V
Laura Monte Serrat (PR)
O lugar do não-saber no processo de aprendizagem e na vida do aprendiz.
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Curso III
Vitor da Fonseca (Portugal)
Desenvolvimento Psicomotor e Aprendizagem.
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Curso IV
Clélia Estill (SP)
Leitura e Dislexia – uma convivência possível.
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16:10
18:00 |
Conferência VI
Fábio Barbirato (RJ)
Neurociência e a Aprendizagem.
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Conferência III |
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(Isabel Parolin) - Aprendizagem no Mundo Delivery.
. A sociedade da aprendizagem exige um sujeito apto a construir-se com o outro, no direcionamento de aprender a aprender e a ser.
Essa mesma sociedade esta caracterizada, também, pela velocidade, banalização do ser humano e fragmentação de fatos e informações.
As facilidades da tecnologia nos propõem que tudo já esteja pronto, de fácil acesso e, anteriormente, pensado: brinquedos, comidas, informações, diversão, etc. Por outro lado, nossos jovens e crianças são convidados, principalmente na escola, a interagir com o conhecimento e a serem críticos e atuantes em seu contexto.
Como atender essas diferentes demandas?
É fundamental que a escola e os educadores de modo geral, estejam atentos a essa realidade e as reais necessidades de seus alunos e familiares, ao mesmo tempo em que desenvolvem o seu papel de formadores de cidadãos instrumentalizado para viverem os desafios dessa nova geração.
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Conferência IV |
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(Geraldo Peçanha) - E quando os filhos não podem ser aquilo que os pais sonharam?
. Os filhos choram porque precisam de seus pais, mas muitas vezes os pais não estão presentes para consolá-los. Os filhos riem e precisam dos pais para dividirem suas alegrias, mas muitas vezes os pais já não sabem mais rir. Os filhos se apaixonam e querem contar para os pais, mas os pais não se amam mais e não conseguem entender porque aquilo é tão arrebatador para um adolescente. Os filhos se entristecem, mas os pais não percebem porque triste os pais também são e nada fazem para mudar suas trajetórias. Porém, o mais triste é quando os filhos querem ser filhos, mas não podem porque do outro lado não há ninguém disponível para ser pai ou para ser mãe. Daí em diante o que resta-lhes é seguir em frente, sozinhos, sem pai e sem mãe, vuneráveis às coisas do mundo. |
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Curso I |
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(Paulo Liberalesco) - Diagnóstico diferencial da deficiência mental na infância.
. Abordaremos os aspectos históricos relativos à evolução do conceito da deficiência mental. Os testes psicométricos, particularmente o WISC modificado para crianças, será discutido quanto à sua aplicação e indicação. Analisaremos as etiologias mais freqüentes da deficiência mental no Brasil, destacando as encefalopatias não progressivas da infância (paralisia cerebral), síndromes genéticas (principalmente a síndrome de Down e a síndrome do X-frágil) e os casos idiopáticos (sem causa claramente definida). Serão discutidas as classificações mais utilizadas para deficiência mental no Brasil (leve, moderada, severa e profunda), bem como a capacidade funcional de cada indivíduo portador de cada nível de deficiência mental. Avaliaremos qual o papel de cada profissional (neurologista, psiquiatra, psicólogo, pedagogo, fonoaudiólogo, entre outros) no diagnóstico, acompanhamento e tratamento da criança e do adolescente portador de deficiência mental. Serão analisadas as co-morbidades da deficiência mental e sua relação com outras patologias neurológicas como a epilepsia e outras doenças psiquiátricas. Vamos estabelecer o diagnóstico diferencial com problemas de escolarização/alfabetização, dislexia áudio-fônica, dislexia visuo-motora, dislexia mista e com os transtornos do déficit de atenção e hiperatividade. Por fim, abordaremos as diversas modalidades de tratamento medicamentoso e não medicamentoso para crianças e adolescentes com deficiência mental. |
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Curso II |
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(Fábio Barbirato) - Os Transtornos Neuropsiquiátricos e a Aprendizagem.
A palestra tem como objetivo discutir os Transtornos Neuropsiquiátricos e os Transtornos da Aprendizagem como entidades nosológicas diferentes, porém em alguns momentos podem estar associadas.
Evidências epidemiológicas, neuropsicológicas e genéticas indicam que o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (T.D.A.H.) e os Transtornos da Aprendizagem são distintos e existem de modo independente, entretanto a comorbidade (existência de dois ou mais transtornos) ocorre em até 20% dos casos e deve ser suspeitada quando as dificuldades não são atribuíveis à desatenção, inquietude ou impulsividade. Um exemplo desta condição seria a diferença entre a desatenção que ocorre na Dislexia e no T.D.A.H.)
A falta de atenção na Dislexia não é simplesmente pelo DÉFICIT ATENTIVO, e sim pela dificuldade na interpretação dos símbolos. O prejuízo ocorre somente em atividades dependentes da LEITURA, já no T.D.A.H. as atividades de leitura estão preservadas enquanto há possibilidade em manter a atenção sustentada. Esgotada esta possibilidade, há queda de rendimento em todas as atividades.
Outro transtorno comumente envolvido com alguma dificuldade na aprendizagem e com grandes prejuízos sociais é a Síndrome de Asperger (S.A.). Pela visão clássica não há prejuízo lingüístico (visão tradicional-pronúncia gramaticalmente correta de enunciados- S.A.sem prejuízos), já na visão atual UMA VISÃO MAIS AMPLA DE LINGUAGEM, QUE CONSIDERE AS COMPETÊNCIAS SOCIAIS, LINGUÍSTICAS E COGNITIVAS NA INTERAÇÃO, PODE EXPLICAR O INSUCESSO DESTAS PESSOAS EM SUA TENTATIVA DE COMUNICAÇÃO e em questões escolares.
Por fim, a questão fundamental da avaliação e tratamento interdisciplinar permeia pelo conhecimento integrado do desenvolvimento infantil nas múltiplas áreas: saúde e educação. |
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Conferência V |
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(Laura Monte Serrat) - O lugar do não-saber no processo de aprendizagem e na vida do aprendiz.
. Entendemos que o ser humano só é reconhecido, dentre outras coisas, quando sabe. Todo o trabalho desenvolvido na instituição escolar, na mídia e em todo lugar onde se deseja que as pessoas aprendam é voltado para o saber; porém o não-saber pode ser, em alguns momentos, mais importante que o saber. Nessa conferência, propomos uma reflexão sobre o não-saber com base na Psicopedagogia, a fim de provocar os participantes para mudanças nas relações de ensinar/aprender. |
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Conferência VI |
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(Fábio Barbirato) - Neurociência e a Aprendizagem.
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Curso III |
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(Vitor Fonseca) - Desenvolvimento Psicomotor e Aprendizagem.
. Neste curso será abordado as principais linhas de conceituação do desenvolvimento psicomotor, conseguindo superar o desafio de unificar concepções de distintas disciplinas e de vários autores. O resultado é a mais completa discrição do modo como funciona a psicomotricidade. |
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Curso IV |
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(Clélia Estill) - Leitura e Dislexia – uma convivência possível.
. O curso trará contribuições teóricas e práticas aos profissionais que trabalham com dificuldades ou transtornos de aprendizagem na leitura ou de leitura.
A leitura, de acordo com Emília Ferreiro, constitui uma aprendizagem, que não é nem natural nem sobrenatural – são simultaneamente, aquisição e construção de conhecimentos, cognitivos e culturais, internalizados pelo leitor ou futuro leitor.
A Dislexia, uma alteração no processamento fonológico da leitura, é uma ilha de dificuldades cercada por um mar de habilidades, de acordo com a descrição da neurocientista, Sally Schaywitz.
Para compreender como uma pessoa com dislexia conquista a “Benção da Leitura” é preciso conhecer os caminhos regulares da leitura.
Certamente a dislexia não é um dom, mas tampouco é um obstáculo a este Saber Ler. |
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